Prefácio

“O verão declinava, e compreendi que o livro era monstruoso. De nada me adiantou considerar que não menos monstruoso era eu, que o percebia com olhos e o apalpava com dez dedos com unhas. Senti que ele era um objeto de pesadelo, uma coisa obscena que infamava e corrompia a realidade.”

Jorge Luis Borges, “O Livro de Areia”.

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Há algum tempo, dentro do fluxo de nosso atual e corrente tempo-espaço continuum, surgiram em nossa mente idéias, devaneios e demais ponderações insólitas sobre a realidade que nos cerca que exigiam ser libertadas.

Sob certa coação psicológica, fomos obrigados a ceder a tais exigências e nasciam os Textos de Areia. Nome que para um bom entendedor, ou para alguém mais perspicaz, rapidamente o associa com o conto do velho Borges. E não há como negarmos. Sim, há uma relação, ou homenagem, (quase) indireta entre os dois títulos.

Inicialmente os Textos estavam hospedados e estocados em outro domínio deste mundo virtual. Mais precisamente no Assim Falou Eosm… Mas com o passar do tempo e devido às intempéries do mundo (tanto virtual quanto material), os objetivos do dito site foram se alterando e o foco direcionado para outros interesses. Com isso os Textos foram deixados de lado, infelizmente.

A solução foi forçá-los a deixar seu blog-natal e lhes conceder um recanto próprio.

Desta forma, surge aqui um domínio virtual totalmente dedicado a eles. Independentes de sua morada anterior, mantendo como vinculo apenas seu autor. Ambos os sites continuarão coexistindo dentro do mesmo universo binário.

Sendo assim, nos Textos de Areia serão encontrados os frutos da rebeldia que as idéias e concatenações mentais inquietantes nos forçam a registrar de forma escrita, antes que elas nos enlouqueçam ou caiam no esquecimento.

Para aqueles que apreciarem a leitura e os quiserem guardar, colecionar ou qualquer outra coisa do gênero, ao final de cada um dos contos estará disponível um link para uma versão em PDF do texto.

Prometemos que conforme os textos sejam escritos eles serão devidamente disponibilizados.

O que não podemos prometer é que tais disponibilizações sejam tão frequentes como gostaríamos que fossem.

Apreciamos a compreensão alheia!

Além disso, comentários críticas e sugestões (pertinentes) serão bem vindas, assim como revisões e correções de texto daqueles que se voluntariarem em fazê-las.

A gerência agradece!

O Autor*.

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